Banco criado no RS torna sócios 370 funcionários da empresa

Banco criado no RS torna sócios 370 funcionários da empresa

Publicado em 8 de junho de 2022

Sempre que a instituição distribuir dividendos, os empregados selecionados também ganham.

Instituição financeira criada no Rio Grande do Sul, o Agi, antigo Agi Bank, tornou 370 funcionários sócios da empresa. A iniciativa faz parte de um programa interno do banco chamado “Tô de Dono/a”, em que os empregados são convidados para a sociedade de acordo com o seu desempenho no trabalho e em avaliações comportamentais.

De acordo com a empresa, o principal benefício para o funcionário é que, toda vez que ocorre distribuição de dividendos, os participantes que adquiriram as ações ganham também. Os valores quantitativos da sociedade variam de acordo com critérios como senioridade e performance. É um bônus além de outros programas de incentivo da Agi, como a participação nos resultados. Já para o banco, a vantagem é que os funcionários se sentem mais como donos do negócio, procurando os melhores resultados para a instituição.

Para escolher os funcionários que ganham o benefício, o Agi analisa o desempenho através de um painel de metas anuais, definidas pelas equipes internas do banco.

—  Ao final do ciclo de avaliação, cada funcionário sai com uma nota. Em seguida, comitês de lideranças e de RH analisam nota a nota e, se necessário, as ajustam para garantir que estejam calibradas. A partir disso, são eleitos os funcionários que apresentaram maior destaque, e eles são convidados para o Tô de Dono/a, com novas levas de sócios a cada ciclo — explica Lucas Aguiar, diretor de gente e governança do Agi.

De acordo com a empresa, entre os 370 participantes do programa atualmente, estão funcionários de todas as verticais da empresa, seja em áreas de negócio ou de suporte, de analistas juniores a diretores, com idade a partir dos 20 anos.

— Dois importantes destaques são que mais de 40% desses sócios não ocupam posição de liderança e que o programa serve como forte mobilizador da nossa cultura — finaliza Lucas.

Fonte: Giane Guerra
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