Empresas agora monitoram o descanso, e não o trabalho

Empresas agora monitoram o descanso, e não o trabalho

Publicado em 7 de dezembro de 2020

Bloquear a agenda de reuniões em determinados dias e horários ainda é movimento tímido, mas virou norma institucional em algumas empresas; na Sanofi, está proibido ter reunião às quintas.

Zoom, Teams, Meet. Workplace, Yammer. Miro. Hangouts, Slack, WhatsApp. Para fazer reuniões, integrar todos os funcionários em um mesmo espaço virtual e trocar mensagens, essas são algumas das plataformas e aplicativos que se tornaram essenciais em tempos de home office. O paradoxo é que, ao mesmo tempo em que essas tecnologias proporcionam migrar companhias inteiras para o trabalho remoto (e assim manter todos minimamente seguros dos riscos de contágio pelo coronavírus), o desgaste mental causado pelo tempo e quantidade de telas bate à porta. Após oito meses de home office, as empresas se deparam com o desafio de equalizar o tempo em que os funcionários estão conectados e, incrivelmente, monitorar o descanso.

Fonte: Estadão
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