11 jan Empresas cortam salário de não vacinado que faltar
Empresas cortam salário de não vacinado que faltar
Funcionários que recusaram a vacina e tiveram contato com pessoas com covid terão direito apenas ao auxílio mínimo legal.
A gigante do setor de móveis Ikea cortou o salário de funcionários não vacinados no Reino Unido que estão se ausentando do trabalho após contato com pessoas que testaram positivo para covid-19, segundo o jornal “Financial Times”. Com isso, ela se junta à lista crescente de empresas que estão endurecendo regras para funcionários que recusam a vacina.
A Ikea tem mais de 10 mil funcionários no Reino Unido e disse que reduzirá o subsídio por doença a este grupo para o mínimo legal de 96,35 libras por semana. “Funcionários não vacinados sem circunstâncias atenuantes que tenham sido identificados como contatos próximos de um caso positivo receberão apenas o auxílio-doença obrigatório”, disse a empresa, num comunicado.
Também a concessionária de água e esgoto do Reino Unido Wessex Water estabeleceu ontem uma política semelhante para o auxílio-doença. Ela se junta à Wm Morrison, administradora de supermercados, que já reduziu ao mínimo o auxílio-doença a não vacinados. Advogados, porém, afirmam que a medida pode levantar a alegações de discriminação.
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