26 nov Fim da 6×1: as evoluções históricas na legislação trabalhista brasileira
Fim da 6×1: as evoluções históricas na legislação trabalhista brasileira
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca reduzir a jornada máxima de trabalho de 44 para 36 horas semanais no Brasil, encerrando o regime 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso), já se consolida como um dos temas de maior impacto social debatidos em 2024 na Câmara dos Deputados. De autoria da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP), a proposta já obteve as assinaturas necessárias para ser tratada como prioridade e deve seguir para votação em breve.
O debate na Câmara tem se polarizado, de maneira geral, entre a esquerda, que apoia a medida, alegando uma melhora na qualidade de vida, e a direita, que a critica, citando o impacto econômico. No entanto, a proposta transcende a política e, caso seja aprovada, promete profundas mudanças na sociedade brasileira.
Nesta terça-feira (26), o Jornal da Lei inicia uma série de reportagens sobre esse tema, buscando trazer o máximo de perspectivas possíveis. Nesta edição, a professora de Direito do Trabalho da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e doutora pela Universidade de São Paulo (USP), Valdete Souto Severo, detalha as principais mudanças previstas caso a PEC seja aprovada, identifica os setores mais impactados e discute as transformações históricas nas relações de trabalho no Brasil.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca reduzir a jornada máxima de trabalho de 44 para 36 horas semanais no Brasil, encerrando o regime 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso), já se consolida como um dos temas de maior impacto social debatidos em 2024 na Câmara dos Deputados. De autoria da deputada federal Érika Hilton (PSOL-SP), a proposta já obteve as assinaturas necessárias para ser tratada como prioridade e deve seguir para votação em breve.
O debate na Câmara tem se polarizado, de maneira geral, entre a esquerda, que apoia a medida, alegando uma melhora na qualidade de vida, e a direita, que a critica, citando o impacto econômico. No entanto, a proposta transcende a política e, caso seja aprovada, promete profundas mudanças na sociedade brasileira.
Nesta terça-feira (26), o Jornal da Lei inicia uma série de reportagens sobre esse tema, buscando trazer o máximo de perspectivas possíveis. Nesta edição, a professora de Direito do Trabalho da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e doutora pela Universidade de São Paulo (USP), Valdete Souto Severo, detalha as principais mudanças previstas caso a PEC seja aprovada, identifica os setores mais impactados e discute as transformações históricas nas relações de trabalho no Brasil.
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