05 mar Justiça do Trabalho prioriza processos de mulheres em conciliações no mês de março
Justiça do Trabalho prioriza processos de mulheres em conciliações no mês de março
Mulheres que têm processos na Justiça do Trabalho terão, de 9 a 13 de março, a oportunidade de agilizar o fim da ação trabalhista por meio da conciliação – quando o processo é encerrado de comum acordo. Para isso, basta participar do projeto “Elas em Pauta”, que será realizado pela Justiça trabalhista em todo o Brasil, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. No Paraná, as inscrições de processos podem ser feitas até o dia 6 de março neste link, (clique para acessar).
Por meio do “Elas em Pauta”, os Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejuscs) e as Varas do Trabalho darão prioridade a tentativas de conciliação de processos nos quais estão envolvidas mulheres trabalhadoras. A iniciativa nasceu no TRT da 6ª Região (PE) em 2022 e, este ano, passou a integrar o calendário nacional de pautas temáticas de conciliação da Justiça do Trabalho, com o apoio do Comitê Nacional do Programa de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
“O objetivo é dar visibilidade às questões que atingem de forma diferenciada as mulheres no mundo do trabalho e promover uma política pública de conciliação comprometida com a promoção da igualdade, da escuta qualificada e da valorização da mulher trabalhadora”, afirma o vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho e coordenador do Cejusc do TST, ministro Caputo Bastos.
Por que resolver o processo por meio da conciliação
Na conciliação trabalhista, a Justiça atua como mediadora entre os envolvidos no processo, buscando um consenso. “Conciliar é uma forma mais rápida e menos desgastante de resolver o conflito trabalhista, porque a solução para o caso pode ser construída por quem está envolvido no processo, sem a necessidade de esperar por uma decisão judicial”, explica o ministro.
O acordo é homologado por um juiz ou por uma juíza e passa a ter força de decisão judicial.
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