Ministério do Trabalho concede prazo para apresentar cronograma de implantação de SRV

Ministério do Trabalho concede prazo para apresentar cronograma de implantação de SRV

Publicado em 18 de maio de 2018

Até o final deste ano, Sulpetro e o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs) apresentarão ao Ministério do Trabalho uma proposta de cronograma de testes e de implantação para um sistema de recuperação de vapores. A decisão foi oficializada na tarde desta quinta-feira (17), durante reunião com a participação de representantes das duas entidades e de técnicos da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Rio Grande do Sul, localizada em Porto Alegre.

“Montaremos um grupo de trabalho para elaborar um calendário, mas precisamos de tempo para isso”, explicou o consultor jurídico trabalhista do Sulpetro, Flávio Obino Filho. A alternativa conjunta busca atender às exigências do MTE com relação ao descarregamento em altura de combustível e à adoção de um sistema de recuperação de vapores, com medidas tomadas pelos dois segmentos — revenda de combustíveis e transportadores de cargas líquidas perigosas.

O modelo a ser usado é de conexão dos postos para caminhões, fazendo com que haja um acoplamento da fase vapor de cada compartimento com a parte que está recebendo líquido. À medida que o líquido for entrando no tanque subterrâneo, haverá o deslocamento do vapor deste tanque para um compartimento do caminhão, que seguirá para o terminal. E lá ele fará o deslocamento do vapor para o terminal, quando receber o combustível.

O representante do Setcergs, Gilberto Cheiran, justificou que o segmento necessita de tempo para que possa calcular o tamanho da frota de veículos a ser adaptada, os pontos de descarga, entre outros itens. “Há caminhões bottom e com sistema top, que precisarão de ajustes diferentes”, esclareceu.

O diretor de Meio Ambiente do Sulpetro, Vinícius Fara, lembrou que vários órgãos públicos também terão que se envolver no processo, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Inmetro e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Há vários agentes para os quais teremos que desenvolver um pré-projeto e, depois, termos uma linha de trabalho, pois toda essa mudança não depende somente de nós”, reforçou o diretor. Segundo ele, para que o projeto seja “exequível”, ANTT, ANP e Inmetro têm de estar inseridos na iniciativa.

Além do prazo concedido pelo Ministério do Trabalho, ficou estabelecido que Sulpetro e Setcergs encaminharão, no decorrer do período, relatórios mensais com a atualização das atividades a serem implantadas.

Fonte: Sulpetro
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Ministério do Trabalho concede prazo para apresentar cronograma de implantação de SRV

Ministério do Trabalho concede prazo para apresentar cronograma de implantação de SRV

Publicado em 18 de maio de 2018

Até
o final deste ano, Sulpetro e o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga
e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs) apresentarão ao
Ministério do Trabalho uma proposta de cronograma de testes e de implantação
para um sistema de recuperação de vapores. A decisão foi oficializada na tarde
desta quinta-feira (17), durante reunião com a participação de representantes
das duas entidades e de técnicos da Superintendência Regional do Trabalho e
Emprego no Rio Grande do Sul, localizada em Porto Alegre.

“Montaremos um grupo de trabalho para
elaborar um calendário, mas precisamos de tempo para isso”, explicou o
consultor jurídico trabalhista do Sulpetro, Flávio Obino Filho. A alternativa
conjunta busca atender às exigências do MTE com relação ao descarregamento em
altura de combustível e à adoção de um sistema de recuperação de vapores, com
medidas tomadas pelos dois segmentos – revenda de combustíveis e
transportadores de cargas líquidas perigosas.

O modelo a ser usado é de conexão dos
postos para caminhões, fazendo com que haja um acoplamento da fase vapor de
cada compartimento com a parte que está recebendo líquido. À medida que o
líquido for entrando no tanque subterrâneo, haverá o deslocamento do vapor
deste tanque para um compartimento do caminhão, que seguirá para o terminal. E
lá ele fará o deslocamento do vapor para o terminal, quando receber o
combustível.

O representante do Setcergs, Gilberto
Cheiran, justificou que o segmento necessita de tempo para que possa calcular o
tamanho da frota de veículos a ser adaptada, os pontos de descarga, entre
outros itens. “Há caminhões bottom e com sistema top, que precisarão de ajustes
diferentes”, esclareceu.

O diretor de Meio Ambiente do
Sulpetro, Vinícius Fara, lembrou que vários órgãos públicos também terão que se
envolver no processo, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT),
o Inmetro e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis
(ANP). “Há vários agentes para os quais teremos que desenvolver um pré-projeto
e, depois, termos uma linha de trabalho, pois toda essa mudança não depende
somente de nós”, reforçou o diretor. Segundo ele, para que o projeto seja
“exequível”, ANTT, ANP e Inmetro têm de estar inseridos na iniciativa.

Além do prazo concedido pelo
Ministério do Trabalho, ficou estabelecido que Sulpetro e Setcergs
encaminharão, no decorrer do período, relatórios mensais com a atualização das
atividades a serem implantadas.

 

Sulpetro

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