10 out Prerrogativas da advocacia na Justiça do Trabalho é tema de debate na Satergs
Prerrogativas da advocacia na Justiça do Trabalho é tema de debate na Satergs
Prerrogativas da advocacia
na Justiça do Trabalho é tema de debate na Satergs
Na abertura o presidente da Satergs, Eduardo Caringi Raupp,
esclareceu que o intuito dos encontros é debater assuntos do interesse da
advocacia trabalhista patronal. Para Raupp, “discutir o tema das prerrogativas
é fundamental, sob pena de aflorar uma geração de juízes superpoderosos e
advogados medrosos.”
No último dia 5 de outubro a
SATERGS promoveu o seu primeiro “Happy Hour”, na sede da OAB/RS. Na ocasião,
o presidente da seccional gaúcha, Ricardo Breier, palestrou sobre a “Defesa das prerrogativas dos
advogados da Justiça do Trabalho”.
Na abertura o presidente da Satergs,
Eduardo Caringi Raupp, esclareceu que o intuito dos encontros é debater assuntos
do interesse da advocacia trabalhista patronal. Para Raupp, “discutir o tema
das prerrogativas é fundamental, sob pena de aflorar uma geração de juízes
superpoderosos e advogados medrosos.”
Em sua palestra, Breier esclareceu que há muitas violações de
prerrogativas na Justiça do Trabalho. “Às vezes há mais casos [na JT] que em
alguma uma delegacia de polícia, em que o advogado, de certa forma, não possui
respeito de uma simples audiência até na intromissão dos seus honorários”,
afirmou. Dando sequência na sua explanação, o presidente salientou que a
Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas dos Advogados (CDAP) é o
carro-chefe da sua gestão e que irá capacitar ainda mais a comissão.
“Contratamos três advogados, estamos informatizando a comissão, temos um canal
24 horas, um presidente atuante e membros que julgam rapidamente e dão as
respostas efetivas aos processos que atentam contra os advogados”, explicou.
Após a palestra de Breier, o
presidente da CDAP, Eduardo Zaffari, conversou com os profissionais ampliando o
diálogo sobre o funcionamento da Comissão. “Eu estou 24 horas de plantão para
auxiliar todos os advogados que pedirem um esclarecimento. “Não devemos temer
juiz, promotor, delegado, e isso não quer dizer que tenhamos que ser deselegantes,
mas que entendamos que temos a condição de defender as nossas prerrogativas
quando a conhecemos devidamente”, disse.
Zaffari ainda salientou que
o site da Comissão está disponível para que todos possam acessar e consultar as
prerrogativas. “Precisamos da ajuda dos senhores. Tragam ao conhecimento da
Ordem as violações das prerrogativas para que possamos levar à corregedoria ou
ao CNJ, a fim de que eventualmente seja concedido um desagravo público”,
conclamou.
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