13 maio RS tem queda no desemprego e na informalidade do mercado de trabalho
RS tem queda no desemprego e na informalidade do mercado de trabalho
Além disso, mais pessoas passaram a buscar emprego e foram absorvidas pelas vagas abertas.
O Rio Grande do Sul trouxe no primeiro trimestre de 2022 uma queda interessante da taxa de desemprego. Calculada pelo IBGE, ela passou para 7,5%, frente a 8,1% que tinha registrado no último trimestre de 2021. Ainda está longe de Santa Catarina, com sua taxa de 4,5%, e ainda tem Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rondônia com índices menores.
O mercado de trabalho gaúcho, porém, se destaca ainda pela baixa informalidade. Fica em 32,8%, uma das menores taxas do país, que tem uma média de 40,1%. É, ainda, o terceiro Estado com maior percentual de empregados com carteira assinada no setor privado, 81,1%.
De janeiro a março deste ano, houve aumento no emprego com carteira assinada e nos empregadores com CNPJ. Caiu o número de trabalhadores por conta própria. Destaque para os setores de transporte, hotelaria e gastronomia, que sofreram bastante com a pandemia e estão em fase de recuperação.
Um dado interessante é que houve geração de empregos o suficiente para absorver desempregados e também mais pessoas que passaram a buscar trabalho, que aumentou no período. É um movimento saudável da taxa. O resultado é que, depois de algum tempo, o número de gaúchos desempregados ficou abaixo de 500 mil. O IBGE estima em 463 mil pessoas buscando trabalho no Estado, ou seja 37 mil a menos do que no final de 2021.
Outra boa notícia é que a renda média do trabalhador aumentou para R$ 2.860. Apesar disso, ainda fica bem abaixo do ano passado, quando era R$ 3.127. Como houve geração de empregos, no entanto, a massa salarial da população aumentou bem, o que é um bom indicador para a economia geral.
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