“Subutilização” de trabalhadores e informalidade caem com mercado aquecido no RS

“Subutilização” de trabalhadores e informalidade caem com mercado aquecido no RS

Publicado em 20 de agosto de 2025

Cálculos do IBGE reforçam o que mostra a taxa de desemprego, que é a menor da história.

Assim como a de desemprego e reforçando que o mercado segue aquecido, a taxa de subutilização da força de trabalho no Rio Grande do Sul caiu ao menor patamar já registrado na pesquisa do IBGE, iniciada em 2012: 9,5% das pessoas que estão trabalhando. Houve outro trimestre, em dezembro de 2024, no qual ela atingiu este piso. Tratam-se de pessoas que estão trabalhando menos horas do que poderiam.

A “população subocupada” foi estimada em 593 mil gaúchos no segundo trimestre. São 60 mil a menos do que no primeiro trimestre de 2025 e 187 mil do que no mesmo período de 2024.

Informalidade

Quarta menor do país, a taxa de informalidade no Estado foi de 31,1% da população ocupada, representando 1,8 milhão de trabalhadores informais (sem carteira assinada, no caso de empregados, e sem CNPJ, no caso de empreendedores). Caiu na comparação com o trimestre imediatamente anterior a com o mesmo do ano passado.

Na mesma linha, o Rio Grande do Sul tem 81,2% dos empregados do setor privado com carteira assinada. É o terceiro maior percentual do país, atrás apenas de Santa Catarina (87,4%) e São Paulo (82,9%).

Desalento

Já a taxa de desalentados manteve-se em 0,9%, embora tenha caído o número. São estimados em 55 mil o número de gaúchos que desistiram de buscar trabalho.

Fonte: Giane Guerra
No Comments

Sorry, the comment form is closed at this time.